Skincare com NAD+ e NMN: afinal, o que são e para que servem?

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Skincare com NAD+ e NMN: afinal, o que são e para que servem?

NAD+ apareceu primeiro: em toner, essência, sérum, creme de olhos e creme de noite ao mesmo tempo. Logo depois, veio o NMN. E ambos costumam vir com preço maior que produtos coreanos focados em outros ativos.

A pergunta é simples: o que vale a pena?

Para responder isso direito, a gente precisa entender três coisas. O que cada uma dessas siglas é de verdade, o que já existe de estudo sobre elas, e como ler um rótulo de NAD sem pagar caro por marketing. É exatamente isso que você vai encontrar aqui.


O que é NAD+

NAD+ é uma coenzima presente em todas as células do corpo. Coenzima é uma molécula pequena que trabalha junto com uma enzima, porque a enzima sozinha não dá conta do serviço.

A coenzima NAD+ tem duas funções que interessam diretamente à sua pele.

A primeira é energia. É o NAD+ que transporta elétrons dentro da mitocôndria para produzir energia celular. Uma célula com pouca energia não deixa de existir, ela apenas trabalha mal: repara menos, produz menos colágeno e se renova mais devagar.

A segunda é que ele funciona como combustível de duas famílias de enzimas importantes. As sirtuínas, ligadas à longevidade celular, e as PARPs, que reparam DNA danificado. As duas só funcionam consumindo NAD+.

Um problema: tanto a idade quanto a radiação UV consomem NAD+. Cada dano de DNA que a sua pele conserta gasta parte desse estoque. Por isso a pele exposta ao sol gasta mais do que a pele protegida.

E é dessa lógica que nasce a promessa da categoria: repor o estoque para a célula voltar a trabalhar como trabalhava antes. Os produtos falam em firmeza e elasticidade, linhas finas mais suaves, viço de pele descansada e naquela expressão que virou febre no skincare coreano, longevidade celular. Guarde essa promessa, porque mais adiante eu confronto ela com o que os estudos realmente mostram.

Você provavelmente quer saber de onde vem o NAD+ do seu corpo, se até ontem ele não estava no seu skincare. Por isso, precisamos falar de NMN.


O que é NMN

O corpo não fabrica NAD+ do zero o tempo todo. Ele recicla, através de uma rota chamada via de salvamento. Toda vez que uma sirtuína ou uma PARP consome NAD+, sobra niacinamida, e essa niacinamida volta para o começo da fila: vira NMN e depois vira NAD+ outra vez.

E essa rota funciona em degraus:

Niacinamida → NMN → NAD+

Ou seja, a niacinamida se transforma em NMN. O NMN é o degrau seguinte, e é ele que se converte em NAD+ dentro da célula.

Existe ainda um primo próximo, o NR (nicotinamida ribosídeo), que entra na fila mais ou menos no mesmo ponto e também passa por NMN antes de virar NAD+.

Vale guardar essa escadinha, porque ela explica tudo o que vem a seguir.


Mas o corpo recicla NAD+ que veio de onde?

Considere que você nunca usou niacinamida, NMN ou NAD+ no rosto. Como eles foram parar nas suas células?

Uma das formas é a comida, através da vitamina B3. A niacinamida é literalmente vitamina B3, e ela chega pela alimentação em três formas: niacina, niacinamida e um pouco de NR. As fontes mais ricas são fígado, frango, peru, carne vermelha, atum, salmão, amendoim, cogumelo, abacate, ovo, leite e grãos integrais.

Outra é através do triptofano, que é o caminho mais longo. O corpo também consegue produzir NAD+ do zero a partir do triptofano, um aminoácido que vem das proteínas da dieta. Só que essa rota é pouco eficiente: são necessários cerca de 60 mg de triptofano para render o equivalente a 1 mg de niacina. Ela existe, mas não é ela que sustenta o estoque.

NMN na alimentação também existe, mas em quantidade muito pequena. Abacate, brócolis, repolho, edamame, pepino e tomate têm traços, na casa de menos de 2 mg por 100 g. Não é daí que vem o NMN do seu corpo.

E portanto, vamos ao cerne da questão: se o corpo já tem toda essa engrenagem funcionando, por que passar NAD+ ou NMN na pele? Comer ou aplicar niacinamida apenas não funciona?


O caso da pele

A pele tem três particularidades que fazem essa conta ser diferente da conta do resto do corpo.

A primeira é que ela é o órgão que mais gasta. Radiação UV quebra DNA, as enzimas de reparo entram em ação, e cada reparo consome NAD+ do estoque local. Nenhum outro órgão leva sol todos os dias da vida.

A segunda é que ela está no fim da fila de distribuição. Quando você come, os nutrientes vão primeiro para os órgãos vitais. A pele recebe o que sobra, e a epiderme, que é a camada mais externa e a que mais sofre com o sol, não tem vasos sanguíneos: tudo que chega nela vem por difusão a partir da camada de baixo. Traduzindo: o que você come chega, mas chega por último e em menor quantidade.

A terceira é que o tópico entrega no lugar certo. Um produto aplicado na pele não precisa passar pelo estômago, pelo fígado e pela circulação inteira antes de chegar ali. Ele já começa no destino.

Por isso as duas coisas não competem, elas se somam. A alimentação sustenta o estoque de base do corpo todo, mas é o produto tópico que reforça o estoque de um órgão específico, que é justamente o que mais consome.

E respondendo a segunda parte da pergunta, que é a mais importante: aplicar niacinamida funciona, sim. Ela é o ativo dessa via com mais evidência clínica no mundo, e volto nisso na parte dos estudos. A pergunta que ainda está aberta, e que a indústria está tentando responder agora, é se entregar o degrau seguinte da escada, o NMN, ou o produto final dela, o NAD+, entrega mais do que entregar o primeiro degrau.

E é aí que entra a diferença prática entre os três.


Niacinamida, NMN ou NAD+?

Você provavelmente está se perguntando isso. A verdade é que cada escolha tem argumentos contra e a favor. Mas o mais importante é entender como escolher.

NIACINAMIDA

A FAVOR: é a menor molécula das três, atravessa a pele com facilidade, é estável na fórmula, barata, bem tolerada e tem décadas de ensaio clínico feito com produto tópico. Entre as três, é a única com resultado comprovado em pele humana.

CONTRA: ela é o primeiro degrau da escada, então depende do maquinário da sua célula para virar NMN e depois NAD+. Se essa conversão estiver lenta, e ela tende a ficar mais lenta com a idade, você entrega a matéria-prima mas não controla quanto vira produto final. E em concentração alta, de 10% para cima, ela pode provocar flushing em pele com tendência a rosácea.

OS ESTUDOS: é a mais bem estudada das três, com décadas de ensaios clínicos feitos com produto tópico. Niacinamida a 5% tem literatura mostrando melhora em linhas finas, textura, manchas, vermelhidão e elasticidade, com tolerância excelente. Ou seja, o ativo dessa via com mais evidência clínica disponível hoje também é o mais barato.

COMO ESCOLHER: procure de 4% a 5%, que é a faixa com mais estudo e a melhor relação entre resultado e tolerância. Acima de 10%, só se a sua pele já provou que aguenta. E não precisa ser um produto caro: essa é a categoria em que fórmula simples entrega muito bem.

NMN

A FAVOR: é bem menor que o NAD+ e é o degrau imediatamente anterior a ele, ou seja, pula parte do caminho de conversão. A pesquisa feita em células mostra que ele realmente eleva o NAD+ dentro da célula, que é exatamente o objetivo.

CONTRA: é uma molécula eletricamente carregada, e a barreira da pele é feita de gordura, então o tamanho ajuda mas não garante a travessia. A evidência dele ainda é de laboratório, não de pele humana usando creme. E o preço costuma ser bem mais alto que o de uma niacinamida bem formulada.

OS ESTUDOS: existem pesquisas recentes, de 2024 e 2025, feitas em fibroblastos, que são as células responsáveis por produzir colágeno. Nelas o NMN elevou o NAD+ dentro da célula, ativou sirtuínas e autofagia (a faxina celular), melhorou a função mitocondrial, conteve a senescência (o estado em que a célula envelhece e para de trabalhar direito) e acelerou a cicatrização. São resultados consistentes, mas em célula de laboratório. O ensaio clínico com produto acabado, aplicado na pele e com grupo controle, é o que ainda falta.

COMO ESCOLHER: olhe o nome na lista de ingredientes e a concentração declarada, e dê preferência a fórmulas que citam encapsulação ou lipossoma, porque é isso que ajuda uma molécula carregada a entrar. Se a marca não declara nada disso, você está comprando a sigla.

NAD+

A FAVOR: é o produto final da via, então em teoria não precisa ser convertido em nada. É o ativo mais pronto dos três.

CONTRA: é a maior molécula das três, além de muito hidrofílica e carregada, o que a torna a mais difícil de atravessar a barreira da pele. É também a que tem menos literatura com produto acabado, e costuma ser a mais cara.

OS ESTUDOS: é o que mais aparece estampado na embalagem e o que tem menos literatura com produto acabado. O tamanho da molécula explica boa parte disso.

COMO ESCOLHER: aqui a tecnologia de entrega importa mais do que em qualquer outro ativo desse post. Procure encapsulação, lipossoma ou veículo declarado, e desconfie de fórmula que só estampa a sigla na frente. Converta o ppm antes de comprar (divida por 10.000 e você tem a porcentagem), porque é comum o NAD+ aparecer em dose simbólica. Essa mesma conta e a lógica de precursor eu expliquei em detalhe no guia completo de vitamina C, e ela serve para qualquer rótulo.

MINHA ESTRATÉGIA

Enquanto a gente acompanha as novidades em pesquisa e os resultados clínicos, a minha escolha é manter sempre a niacinamida como base e complementar com NAD+ ou NMN. Tendo levemente para o NMN, mas me preocupando muito mais com a fórmula em si do que com o fato de ser NAD+ ou NMN.

É bem possível que você já tenha niacinamida na sua rotina. Se não tiver, deixo recomendações no fim.

Abaixo, as recomendações de produtos que me parecem mais interessantes no mercado hoje com NAD+ ou NMN.


Os produtos: o que é NAD+ ou NMN de verdade e o que não é

Eu abri o rótulo de doze produtos que estampam NAD+ ou NMN na embalagem, e o resultado separou bem os que entregam dos que só usam a sigla.

O critério é simples e vale para você usar em qualquer lançamento daqui pra frente: concentração declarada e posição coerente na lista de ingredientes. Quando a marca declara um número e a posição do ativo confirma esse número, a informação é sólida. Quando não declara nada, a única pista é a posição.


Os que são produto de NAD+ ou NMN de verdade -

SIORÉ NMN Intensive Serum. O mais bem documentado de todos: NMN declarado a 10.000 ppm, ou seja, 1%, e o número aparece dentro da própria lista de ingredientes, que é o lugar mais difícil de maquiar. A posição confirma. O resto da fórmula é um time antioxidante sério, com ácido tióctico, glutationa, carnosina e picnogenol. É o seu se você quer o NMN como tratamento principal, no slot do sérum.

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CUELEF NMN Time-Renewing Cream. Também 1% de NMN (10.000 ppm, 99% puro), com a posição no rótulo batendo com o número. E é o único cuja fórmula inteira acompanha a lógica da longevidade: tem resveratrol e quercetina, dois moduladores ligados às sirtuínas, que são justamente as enzimas que dependem de NAD+. Ainda traz NMN e NAD+ no mesmo frasco. É o seu se você prefere o ativo no creme, fechando a rotina.

🛒 Shopee. Esse é vendido em farmácias coreanas, então fora da Shopee ele é difícil de achar.

epii Double Up Cream NAD+ NMN & TXA. É o único do mercado com NAD+ em posição alta, sétimo lugar, com o NMN logo atrás em oitavo. Não declara concentração, então a leitura vem da posição, mas posição alta em lista curta é sinal forte. E ele entrega clareamento de verdade junto, com niacinamida em quinto e ácido tranexâmico em décimo primeiro. É o seu se você quer NAD+ e NMN no mesmo produto e também tem queixa de mancha e tom irregular.

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Dr. Ceuracle Glutathione & NMN Ampoule. Esse entra por um motivo que eu valorizo muito: o nome é honesto. Ele coloca a glutationa antes do NMN, e o rótulo confirma exatamente essa ordem, com glutationa em sexto e NMN em décimo quarto. Não declara concentração. É o seu se o seu objetivo principal é clareamento e você quer o NMN como acompanhamento.

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Têm o ativo, mas compre por outro motivo

Esses quatro têm NAD+ ou NMN na fórmula, só que em posição que não sustenta o destaque que o ativo recebe no nome. Continuam sendo bons produtos, e eu explico pelo que vale a pena comprar cada um.

MEDIPEEL Retinal NMN Bounce Shot Booster. Compre pelo retinoide, não pelo NMN. Ele tem retinal a 0,1% declarado, mais HPR, bakuchiol, retinil acetato e retinil retinoato. E aqui vai um detalhe que ensina a ler qualquer rótulo: os 20.000 ppm estampados na frente da embalagem são de niacinamida (o que dá 2%), e não do NMN do nome.

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SUNGBOON EDITOR Green Tomato NMN. Compre pela niacinamida, que está em sétimo lugar, e pelo conjunto de extratos e hialurônico em cinco formas. O NMN aparece bem no fim de uma lista muito longa. Fórmula bastante perfumada, então pele reativa a fragrância testa antes.

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medicube EGF NAD Firming Serum. Compre pela niacinamida em quarto lugar, pela ectoína em oitavo (que é ótima para pele sensível) e pelo conjunto de peptídeos, incluindo o EGF e o peptídeo de cobre. O NAD+ fica por volta da vigésima terceira posição. O nome coloca EGF antes de NAD, e nisso a marca foi coerente.

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numbuzin No.9 NAD+ Bio Lifting Essence. Compre pelo conjunto de antioxidantes e peptídeos, que é generoso: ATP, glutationa, resveratrol, astaxantina, ácido tióctico, cinco fermentos minerais e uma lista enorme de peptídeos. Duas observações de rótulo: ela não tem NMN, e o NAD+ aparece por volta da trigésima quarta posição, o que significa que o 15,3% do nome é de um complexo, não do ativo puro.

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E se você ainda não tem niacinamida na rotina

Como eu disse lá em cima, a niacinamida é a base. Se ela ainda não faz parte da sua rotina, vale entrar por uma ampola dedicada, e não por um creme ou um sérum que já acumula outra função. Ampola concentra um objetivo só, então ela soma sem competir nem duplicar o que você já usa. Recomendo assim, para termos a melhor absorção possível.

A que eu tenho gostado muito é a SKIN1004 Madagascar Centella Niacinamide 10 Boosting Shot Ampoule, e por quatro motivos:

A concentração é declarada e a posição confirma. Niacinamida 10% no rótulo, e ela aparece em terceiro lugar na lista de ingredientes. Número e posição batem.

A lista é curta e cada coisa tem função. São cerca de vinte ingredientes, sem enfeite: ascorbil glucosídeo (um derivado suave de vitamina C), ácido tranexâmico, centella, madecassosídeo, ácido poliglutâmico, pantenol e acetato de tocoferila. É um time de tom uniforme e conforto, montado com intenção.

Tem espícula na fórmula. O Hydrolyzed Sponge da lista é esponja marinha, a mesma tecnologia do reedle shot: micro-agulhas que abrem microcanais e melhoram a entrega do que vem junto. Numa ampola de niacinamida, isso faz sentido.

A centella e o madecassosídeo compensam o ponto fraco da dose. Niacinamida a 10% é concentração alta, e em pele com tendência a rosácea ela pode provocar flushing. Aqui os calmantes estão na própria fórmula, o que ajuda na tolerância. Mesmo assim, se a sua pele é reativa, comece dia sim dia não.

Uma observação de uso, por causa da espícula: aplique logo depois do tônico, na pele limpa e seca, e evite juntar com esfoliante forte na mesma noite.

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Quem se beneficia e onde isso entra na rotina

NAD e NMN não são o primeiro ativo de uma rotina, são uma camada mais avançada. Eu não trocaria produtos com mais evidências e anos de estudo, ou até produtos mais recentes mas com mais dados, por eles. São complementos para quem gosta e quer usar as tecnologias mais novas, entendendo que não substituem as mais consagradas.

Ou seja: continue priorizando os anti-idades clássicos. Retinoides, se você usa. Peptídeos, principalmente os clássicos mas também os modernos, e o guia completo deles está aqui. E inclusive os hanbangs, que eu expliquei nesse post.

Em resumo, faz sentido para você se a sua pele é madura, você já tem o básico funcionando com constância, o seu incômodo é mais uma sensação de pele cansada e sem viço do que uma queixa específica, e você gosta de acompanhar o que há de mais novo sabendo exatamente o que está comprando.

Ainda não faz sentido se você está montando a sua rotina agora, está com a barreira reclamando, ou está escolhendo entre um produto de NAD e um outro primeiro produto anti-idade.

Sobre o turno, não existe conflito conhecido com nada. Pode usar de manhã ou à noite. Eu prefiro à noite, junto do time de reparo, já que é durante o sono que a célula faz manutenção.


Com o que combinar

NAD ou NMN com niacinamida. É a combinação mais coerente das três, porque as duas atuam na mesma via de salvamento, em degraus diferentes. A maioria das fórmulas bem feitas já faz isso sozinha.

NAD ou NMN com PDRN. Energia de um lado e matéria-prima de reparo do outro. Para pele madura ou para quem faz procedimentos com frequência, é o par que eu mais gosto.

NAD ou NMN com peptídeos. O peptídeo sinaliza para a pele produzir colágeno e o NAD fornece energia para a célula atender ao pedido. Faz sentido do ponto de vista de mecanismo e as duas coisas convivem bem.

Não existe incompatibilidade conhecida com retinoide, vitamina C ou ácidos. O que continua valendo é a regra de sempre, de não empilhar dois ativos irritantes na mesma noite. Nem o NMN nem o NAD+ são irritantes, então eles não entram nessa conta.


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